Parado Tempo
E quando eu sei que a dor é inevitável ?
A sensação é só de estar mergulhada em algo doce
mas vendo de fora um buraco.
E quando eu sinto e sinto, e é tanto.
Meu futuro que vira pano estendido
a minha frente.
No salão seus olhos seguem somente meus gestos.
No balcão meu olhar degusta seus
feitiços e versos.
Tão suave,tão suave sua mão.
Tão fria a chuva que cai sobre nós.
Tão forte o gosto de manjericão e pinga.
Tudo disso que não é romance.
É sempre quase.
É um nunca, torturante.
Dias sem luz.
Dias que pareço mais bonita q a vida, para você.
Dias que a vida parece menos escura.
Tempos em que a melodia congela o mundo.
Coisa que quero parar,
não consigo.
Sua mão abafando meus suspiros.
Loucura, que dispara sangue feito um corte a minha vida.
E o mundo inteiro pára.
Quando voltar a doer eu aviso.
Fran Flor Francine
junho 2013
E quando eu sei que a dor é inevitável ?
A sensação é só de estar mergulhada em algo doce
mas vendo de fora um buraco.
E quando eu sinto e sinto, e é tanto.
Meu futuro que vira pano estendido
a minha frente.
No salão seus olhos seguem somente meus gestos.
No balcão meu olhar degusta seus
feitiços e versos.
Tão suave,tão suave sua mão.
Tão fria a chuva que cai sobre nós.
Tão forte o gosto de manjericão e pinga.
Tudo disso que não é romance.
É sempre quase.
É um nunca, torturante.
Dias sem luz.
Dias que pareço mais bonita q a vida, para você.
Dias que a vida parece menos escura.
Tempos em que a melodia congela o mundo.
Coisa que quero parar,
não consigo.
Sua mão abafando meus suspiros.
Loucura, que dispara sangue feito um corte a minha vida.
E o mundo inteiro pára.
Quando voltar a doer eu aviso.
Fran Flor Francine
junho 2013
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