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Mostrando postagens de junho, 2013

SUA DOR, MINHA DROGA

Sua Dor, minha droga Estou a mercê da reza,  dos milagres e dos pedidos feitos por amor e fé. Vivendo histórias que não devo. Morrendo em vinte e quatro horas. Minha vida por uma linha de azeite fina. A vida inteira por acabar  sentidos sem acabamento. Cantando para maus amantes por beijos imolados. Frações de um amor errado,  quando sou ouvido para suas dores. Sou aquele olhar lento lançado sobre mim. E ficam picados meus versos.  Frente aos seus horrores. Um nota de música cambaleante... sou toda sangue. Quando quero correr para chorar, não tenho peito de Deus. não tenho colo de Deusa, nem mesmo os braços confusos do mago. Lágrimas em linha reta Lágrimas em minhas letras. Fran Flor - Junho 2013 ... q não acaba

ATO ÚNICO

Ato Único Rasgadas minha palavras, perante o ódio dessa canção. Que me cantou, com frases em lança para me ferir. Somos parte de um ato único de morte. Teatro sem palco. Platéia vazia. Meu amor virou revolta. Dessa sua falta. Que me fez me perder inteira Eu só queria acabar com a espera. Que fazia meu coração viciar. Em seus generosos, pequenos beijos de carinho. Migalhas que eu supunha prazer em me dar. Mas esses são tempos de ressaca, tempos de não se arriscar em me provocar. E você achando que te desafio ... Vimos  nosso amor perdendo a fieira. indo indo indo Vazio em mim. Ah, a inocência da sua música ... de minha morte não mais tocar. Com esses dedos seus. Nem sua vontade de me cuidar. Essa sua vontade, não vai acabar com minha loucura por mais que queira. Sou a mulher que espera ... Seus peixes e versos, seu pequenos momentos de verbos sua dança e loucura. Sou ... A mulher q dança, Que vai meu bem. Que c...

Sarau da Quilo abraça Perifatividade - junho 2013

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Parado Tempo  E quando eu sei que a dor é inevitável ? A sensação é só de estar mergulhada em algo doce mas vendo de fora um buraco. E quando eu sinto e sinto, e é tanto. Meu futuro que vira pano estendido  a minha frente. No salão seus olhos seguem somente meus gestos. No balcão meu olhar degusta seus feitiços e versos. Tão suave,tão suave sua mão. Tão fria a chuva que cai sobre nós. Tão forte o gosto de manjericão e pinga. Tudo disso que não é romance. É sempre quase. É um nunca, torturante. Dias sem luz. Dias que pareço mais bonita q a vida, para você. Dias que a vida parece menos escura. Tempos em que a melodia congela o mundo. Coisa que quero parar, não consigo. Sua mão abafando meus suspiros. Loucura, que dispara sangue feito um corte a minha vida. E o mundo inteiro pára. Quando voltar a doer eu aviso. Fran Flor Francine junho 2013