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Mostrando postagens de 2012

Minha Participação - Sarau da Quilo setembro 2012

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Embu das Artes
Janelas - (as paisagens mudam os olhos não) Da janela do quarto da minha mãe eu via um monte verde e uma pracinha, então pensava que se eu fosse um gigante com três passos chegaria até lá na mesma hora. Mas na janela haviam grades e eu de fato não seria um gigante. então me imaginava como os beijas flores que iam bebericar agua com açúcar na vizinha, me imaginava livre como eles, e meus pequenos braços se estendiam por entre as grades e eu tocava a chuva o vento e tudo apesar delas meus dedos eram eu. Quando pequena e meus pensamentos me atormentavam dizia, mãe espia no meu ouvido p ver o que estou pensando. Sempre assim buscando alternativar p a minha compreenção ou excessos. Compreenção dos meus sentidos. Descobri palavras e com elas liberdade e com ela o medo, que me gerou coragem.   Hoje não estou nem para gigante nem p passarinho, só poeta e de vez e muito mãe e de vez e sempre mulher e de vez em tudo ... Um ser ... junho 2012

Piatã - 1ª parte

Piatã – 1ª PARTE – CONHECENDO A MUSA     Encontrou o caído, balbuciando sílabas, os olhos imploravam atenção olhavam para ela como se não houvesse mais nada nessa vida de realmente claro ou bom, ou sincero ou bonito, perdera o gosto e a esperança.   Não entendia como havia chego ali, como havia conseguido e porque ?   Se já havia desistido de estar diante dela a quem chamava de musa, desconhecida, porém parecia pura, ele logo entendeu que era quem procurava. Pensou, cantou, dançou cabaleante de felicidade e foi deitar em seu colo. Ela disse: Essa sua febre é a mesma que me acomete a anos. Que me deixa de cama vezes me faz delirar e provocar delírios, mas eu sei o remédio. Busco, faço, rascunho, componho todos os dias para não enlouquecer. A febre me engana de as vezes não querer mais estar viva. Mas insisto. Como a flor depois que deixa de ser fruto, ou o fruto que se torna flor. Sei como funciona jogar moedas no poço dos desej...
Hai Kai do que não posso explicar. Quando nos conhecemos, nossa pele tava virada do avesso. Nós estávamos virados ao contrário, e abertos. Então nossos corações se encostaram e se gostaram e conversaram e riram e se abraçaram. Quando as peles começaram a fechar, fecharam se juntas. envolvendo os corações que ficaram lado a lado.  Ficaram tão abraçados, corações e cabelos e pele trançados E danças e rebolados. Que fizeram um teatro, balet, duo sincopado. Para público nenhum. Só para nossas mão e almas. ficarem juntas em palmas. Queria te conhecer de novo sempre. Todos os dias.  e sentir de novo e sempre o que não posso explicar. Agosto 2012
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HARE HARE !   ONTEM VISITEI O SARAU SUBURBANO CONVICTO NO BEXIGA: http://www.buzo10.blogspot.com.br/ MUITO BOA A VIBE ! E MELHOR AINDA FOI CONHECER AS POETISAS MEL DUARTE E RENATA PRADO, ENERGIA FEMININA TOTAL !

Amor de Moças

Amor de Moças Eram jovens tinham ares de tímidas, seus olhos sorriam recíprocos. Corpos bonitos tal fruta nova, tenra, recém - amadurecidas. E se tocavam discretas em meio à conversa marota. Enquanto a esteira do metrô corria. Uma olhou mais fixamente para a outra. Ficaram sérias. O ar tenso, tornou-se humidificado entre os olhares. Sorriram sem graça. Um último toque terno e a despedida. Sem o desejado beijo. Amor de moças naquele olhar de duas. Meninas deusas. Fran Flor julho 2012
AS CORES QUE CRIAMOS PARA O MUNDO QUE AMAMOS. Faço parte de um mundo de verdade. Onde os sorrisos são simples como acordar cedo e querer ser feliz. Nada é assim tão colorido como pintamos, Ainda, que tente todas as tintas. O que existe são as cores dos fatos. E com elas os sentidos que damos. E desse sentido fazemos um amor. Um amor qualquer, para se pegar na mão na hora do vazio. Para abraçar forte de querer sumir. Daqueles amores despreocupados, mas atenciosos. É um amor sem direção, mas fluído. Como quadro pintado por criança, com figuras aleatórias. Para tirar do mundo dos sorrisos feitos Em máquinas de fumaça de gelo seco. Desejo esse amor para você,   Um amar de não ser sempre. Para ter prazer único. Como quando foco nos olhos de meu gênio criativo. Olhos que veem a cor do amanhã, que lamenta e chora. Fechados conduzem a dança. Quero ensinar-te a ouvir. A músi...
Pois é ... uma hora isso iria acontecer.  E aqui estou eu, começando a ocupar esse espaço ... e para iniciar um poema curtinho de 2012.                                Amores Passados                                                            Aos meus amores que hoje são de outras, dedico sílabas dispersas em ardentes poemas. Sobre os amores que já foram. Para alguns devo desculpas. Sou tantas que me confundo e se confundo e te confundo. No meu convívio só quem já esteve entende do que estou fala...