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Mostrando postagens de janeiro, 2015
Para longe dos monstros que aprisionam mentes amáveis. Olhar-me, assim no espelho. E ver que talvez, andei por ai, um pouco encaixotada. Fui embalada a vácuo em nome da ordem. Da linha da regra. E fui mastigada e engolida pelo monstro da intolerância. As vezes, isso acontece. Isso de alguém ou alguma coisa vir e amarrar seus pés, um no outro com um barbante. No meu caso, Embalaram a vácuo, minha sensibilidade.. Entendo isso dos monstros. Penso eu, nos monstros já terem sido um dia crianças. Aquelas crianças muito tristes e privadas de amor e amor próprio. Imagino assim a infância dos monstros. Eu sorrio sozinha quando imagino. Pobres monstros da intolerância. Mas então eu ... Eu ? Vou muito bem obrigada. Leve como uma pluma. Francine Flor – janeiro de 2015