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Mostrando postagens de julho, 2013
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Aquela Augusta Todos os dias a casa é a mesma e quadrada. Pela manhã, somos mesmo, aqueles que sonharam. Nas manhãs, a mãe acorda o filho, alimenta-o despede se. As TVs são ligadas. Mas lá não. Lá naquela rua as manhãs nunca chegam. Os sorrisos são duros colados no rosto, como que com fitas ou grampos. Naquela rua eu penso mesmo já ter encontrado todos os amigos eternos de infância. Os rostos que desbotam com o chegar do Sol. Todos são artistas, interessantes bons amantes. Profundidade de pires. Eu posso ver o fundo e ele é branco. Naquela rua, não vejo seu sorriso ele para mim é arisco. Cuidados que não me tens. A porta de vidro fechada, e por ela um último semblante. Voltamos a cambalear perdidos. Aquela rua, mosaica curva de espíritos. Onde deixas os sapatos. E me entregou ao peito de um travesti despido. Naquela rua já me tornei personagem. Diluída a vida, em dias copos de pinga em outros qualquer bebida. Depois voltar a casa. . Quadrada,...

Participação Sarau Cooperifa - dia 20 de julho

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BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

Resumindo os anos

Resumindo os anos Não seremos nós essa noite! Não Aquele nós!  Distantes por anos E tão completos... Modelei monstros a partir dos meus anseios,  Entre as pernas teci um tapete de amores.  Procurando identidade em tantos horizontes. Ninguém tem os braços e os pensamentos para segurar meus devaneios. Toda a minha ansiedade explosiva Minha determinação infantil. As formas da minha liberdade que assombra. Os contornos  gordurosos dos medos,  meus e de todos. Tudo de humano, e gritos e fluídos.  Dores indetermináveis de ser de verdade. Porque  mesmo que nos falamos pouco, entendemos nos por muito. E estendemos, no que somos. Passa e vai ser assim. Dragão de costas ao não acaso, Monstro que dança suave aos sentidos E não aceita simplesmente os fatos. Fran Flor Francine julho 2013