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Mostrando postagens de agosto, 2012

Piatã - 1ª parte

Piatã – 1ª PARTE – CONHECENDO A MUSA     Encontrou o caído, balbuciando sílabas, os olhos imploravam atenção olhavam para ela como se não houvesse mais nada nessa vida de realmente claro ou bom, ou sincero ou bonito, perdera o gosto e a esperança.   Não entendia como havia chego ali, como havia conseguido e porque ?   Se já havia desistido de estar diante dela a quem chamava de musa, desconhecida, porém parecia pura, ele logo entendeu que era quem procurava. Pensou, cantou, dançou cabaleante de felicidade e foi deitar em seu colo. Ela disse: Essa sua febre é a mesma que me acomete a anos. Que me deixa de cama vezes me faz delirar e provocar delírios, mas eu sei o remédio. Busco, faço, rascunho, componho todos os dias para não enlouquecer. A febre me engana de as vezes não querer mais estar viva. Mas insisto. Como a flor depois que deixa de ser fruto, ou o fruto que se torna flor. Sei como funciona jogar moedas no poço dos desej...
Hai Kai do que não posso explicar. Quando nos conhecemos, nossa pele tava virada do avesso. Nós estávamos virados ao contrário, e abertos. Então nossos corações se encostaram e se gostaram e conversaram e riram e se abraçaram. Quando as peles começaram a fechar, fecharam se juntas. envolvendo os corações que ficaram lado a lado.  Ficaram tão abraçados, corações e cabelos e pele trançados E danças e rebolados. Que fizeram um teatro, balet, duo sincopado. Para público nenhum. Só para nossas mão e almas. ficarem juntas em palmas. Queria te conhecer de novo sempre. Todos os dias.  e sentir de novo e sempre o que não posso explicar. Agosto 2012