Espinha A limpo, tudo apagado, as memorias, fatos Mais uma vez essa morte de coisas e eventos. Mais uma vez esquece as roupas Dança nua ao vento enquanto perco versos pico o cérebro em sopa uma colher de chá Novas ervas ebulidas. Cheia de novas, cheia de poças. A limpo folha de caderno molhada Tinta da caneta que espalha os dias Calçada Todas as listas de prioridades Para nada Espinha Que não ereta, enverga e finca No paladar O que não degusta arde no coração O que não é sangue é arte. Fran Flor agostos
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Mostrando postagens de agosto, 2013